Mais uma semana está prestes a iniciar e com ela uma rotina descontinua de descobertas uma metamorfose que vai eclodir em meio aos resquícios do velho sinal sacro ou do alerta de perigo. Em cada momento a esperança, o desejo da ação ser a reação dos devaneios mentais produzidos em meio aos delírios solitários e utópicos do sonhador, mas também, trabalha-se para o reagente tornar puro e autentico para a formação das reações humanas menos desumanas.
. Nas relações de consensos e conflitos constrói se o amor infinito, inabalável, inexplicável, mas extremamente difícil de existir pois, faz necessário despirmos das máscaras, alias, usar apenas a da verdade, ser sempre nós mesmos por que diferentemente estaremos escondendo quem somos, o que queremos, em que acreditamos e a verdadeira realidade, conseguindo somente distancia-la e atrair mais mascaras e mascarados.
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. As vezes queria deixar o barco correr e seguir a corrente, fingir e ser somente um espectador e formar-los como coadjuvantes. Simplesmente fazer um contrato onde ninguém se machuca, sem brigas sendo todos "felizes", mas esta mascara não consigo usar, ela já caiu e, portanto daqui a pouco inicia os embates e eu espero que o sol esteja no meu jardim e que possa destruir está pseudo-felicidade que os papagaios vivem a repetir.
2 comentários:
Não estou fazendo um comentário longo no seu blog, mas estou deixando esta simples reflexão poética que retrata o sentimento de muitos que estão inseridos nesta sociedade injusta.
SONHOS CASTRADOS
Sonhei subir na pirâmide;
não consegui.
Embaixo, vejo os que estão no topo.
São poucos, são os que dominam muitos.
Queria está entre os poucos,
mas os poucos não me aceitaram.
Então... fiquei entre os muitos...
Os que choram, gritam, trabalham.
Os que sonham... ou só sonham;
os que não vivem com dignidade.
Estou entre os marginais;
os que não querem assim viver;
mas vivem;
vivem sem sonhar com a vida dos poucos;
vivem seus sonhos castrados.
Mônica Freitas
Muito obrigado pela linda mensagem,
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