Nesses últimos dias intensificaram na mídia golpista e alienante os argumentos toscos em defesa da manutenção da suposta liberdade existente neste país de miséria continental. Fiquei questionando quando vi uma destas reportagens como podem dizer que sou livre se nem tenho a chance de escolher onde trabalhar, onde morar ou simplesmente o espaço para manifestar minha opinião como eles possuem. A liberdade que estes papagaios proclamam é uma falácia, mentira que apenas maqueia a opressão que vivi a maioria da população.
Ela (liberdade) está diretamente relacionada a melhores condições de vida das pessoas e a participação destas na tomada das decisões, sendo assim são mentirosas as criticas venenosas destiladas aos países socialistas. A Venezuela, por exemplo, já conseguiu aniquilar o analfabetismo e Cuba possui um dos melhores indicadores de saúde e educação do mundo. Eles, os papagaios do capitalismo, portanto, deveriam olhar para o próprio umbigo, analisar e envergonhar com a realidade dos países capitalistas que defendem.
A liberdade existente aqui no Brasil e nos países capitalistas é de acordos, ou seja, de papel, é a famosa frase "minha liberdade termina quando a sua começa" isso nos remete a seguinte questão: quem determina estes limites? Respondo, dizendo que serão os interesses particulares, os seus desejos vão dizer até onde sou livre e é obvio que quanto mais "conhecimento" e condições materiais detem, menos serei.
Neste regime social que vivemos somos até livre para escolher e determinar algumas de nossas ações, mas, elas com o tempo tornam-se limitadas, pois as regras a serem seguidas não foram elaboradas por nós. No socialismo ao contrário, o individuo é livre uma vez que, ele fez parte diretamente da construção das regras que a sociedade deve seguir.
Portanto, só seremos realmente livres quando a sociedade conseguir de forma coletiva definir os seus interesses. E como fazer isso? Difícil, mas, é “remar contra a maré, ir contra o vento”, com uma rosa numa mão, a ideologia no coração e na outra mão a arma da vitória. Acreditar nisso é fundamental e perceber que “temos todo o tempo do mundo” também.
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