4.12.09

Até quando ficaremos inertes?

No Brasil há corrupção para todo lado, do yapoc ao chuy o que se ver são malas, cuecas, meias... recheadas de dinheiro público. De norte a sul pobreza, miséria, sede e fome marcam uma triste realidade do nosso país.
Enquanto milhões não possuem o mínimo para sobreviver e precisam está nas ruas catando lixo, pedindo esmolas ou mesmo traficando a nossa elite intelectual fica apenas “filosofando” nas universidades e/ou seus escritórios. Os trabalhadores de bem, conscientes desta realidade ou não, cada vez mais se preocupa com sua conta bancária, os valores capitalistas, também, já os contaminaram. Eles não lutam mais pela causa coletiva, humana, pela igualdade e solidariedade, mas, simplesmente pelos seus próprios interesses.
Os nossos representantes, eleitos, nesta pseudo-democracia cada vez mais confirmam a necessidade de um novo modelo político e, sobretudo uma nova política socioeconômica. As situações ilícitas tornaram rotina e as pessoas estão acomodando, habituando com os escândalos, aliás, eles agora já fazem parte da rotina familiar.
Que país este, que assiste a tantas mazelas sociais e continua inerte? As pessoas enchem estádios, arenas, shopping contudo, não possuem a mesma organização para ir as ruas, nos palácios, nas mansões para lutarem por um país mais justo e ético. Como conseguem ficar calados com a latente contradição social presente a nossa volta?
A nossa elite consumista cuida melhor de seus animais de estimação do que dos nossos semelhantes. Ela tripudia, faz a dança da pizza, distribui panetone e nós temos a consciência que é errado mas, dizemos que assim mesmo e ponto final. Será mesmo? É óbvio que temos alternativa, afinal estas transgressões só existem porque a população permite ou seja, só acontecem porque não fazemos nada.
É importante que os sujeitos sociais acreditem que é real a possibilidade de ter um outro mundo mas, sobretudo necessitamos começar a fazê-lo em nossa sociedade. Bem meu amigo(a) talvez você esteja perguntando e por onde começar? Que tal inicialmente indignando com os absurdos que atentam a dignidade humana, é preciso mudar a nossa forma de pensar/agir, de educar a juventudde. É preciso ser sujeito e não um mero expectador dessa existência por este planeta. Formemos uma corrente do bem que diga vale a pena ser honesto.

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